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Equilíbrio das contas foi prioridade do governo de Solidão nos primeiros 100 dias

21 abr 2017|Postado em:Política

Prefeito de Solidão priorizou o equilíbrio das contas nos primeiros Cem Dias – Para fazer um balanço dos Cem Primeiros Dias de seu governo, o Prefeito de Solidão Djalma Alves(PSB) falou ontem a Rádio Cidade FM. Admitiu inicialmente ter se frustrado ao prometer começar o Governo com três Secretarias, mais diante das demandas de algumas áreas, foi obrigado a ampliar o número.

Conseguir reduzir já em fevereiro, a folha que em janeiro ultrapassava o limite de 53% orientados pela Lei de Responsabilidade Fiscal. Lamentou não poder atender a expectativa de empregos diante a crise e sobre concurso considerou precipitado fazer qualquer previsão. Sem querer responsabilizar a antecessora e aliada Cida Oliveira, o Prefeito Djalma Alves disse ter pago o trabalho de topografia para o Ramal da adutora do Pajeú que levará água ao Rio S. Francisco para sua cidade; saldou logo em janeiro os restos a pagar deixados pela gestão anterior e em 31 do mesmo mês já pagou os salários dos servidores; recuperou ônibus escolares, inclusive com aquisição de novos pneus para a frota; recuperação da rede elétrica das escolas e melhoria de estradas rurais.


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Provocado a falar sobre a denúncia de ter ferido a Lei Orgânica do Município por celebrar contrato com a Prefeitura quando exercia o cargo de vereador, Djalma disse não entender que tenha errado, pois nunca fez contrato e sim forneceu produtos em pequena quantidade de sua padaria, mais que como gestor não fará nada parecido.

A respeito da substituição do vereador adversário Totinha(PSD), afastado pela Justiça Eleitoral, o Prefeito disse ter hav ido erro do Eleitoral antes da eleição. Depois foi feita a substituição normal dentro da própria coligação adversária. Djalma falou nunca ter alimentado a esperança do PSB ganhar a vaga, muito menos com dois nomes como se chegou a ser ventilado pelo jurídico do partido.

O prefeito de Solidão se mostrou preocupado em manter as finanças equilibradas, pois segundo ele não vale a pena governar uma cidade tendo contas rejeitadas e pagando multas.

Do Rádio Vivo com Anchieta Santos

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