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Sistema de esgoto gera economia em Gravatá

5 abr 2017|Postado em:Notícias

Foto: Divulgação Compesa

Obra de esgotamento sanitário movimenta economia de Gravatá

 

Compesa executa construção de sistema de esgoto da cidade; 70 empregos diretos já foram gerados e a expectativa é aumentar para 120

 
 

O Governo de Pernambuco, através da Compesa, acelera o Plano de Investimentos em Saneamento Básico que desenvolve em todas as regiões do estado. A cidade de Gravatá, no Agreste, está recebendo um investimento importante na área de saneamento ambiental, que além de melhorar as condições sanitárias da área urbana do município, também gera renda e emprego para a região. A companhia executa a construção da primeira etapa do Sistema de Esgotamento Sanitário (SES) de Gravatá, empreendimento que está movimentando a economia da cidade por meio da contratação de mão de obra local. Em média, por mês, 70 trabalhadores, entre pedreiros, encanadores, serventes e calceteiros, estão atuando no canteiro da obra.

Nos próximos 60 dias, o número de trabalhadores deve aumentar para 120 postos de trabalho diretos, quando a obra estará na fase de implantação dos ramais e ligações intradomiciliares. A Flamac, empresa contratada através de licitação, está executando as obras da primeira etapa do SES Gravatá, iniciadas em junho do ano passado. Estão sendo investidos R$ 27 milhões só nessa fase, recursos do Programa de Saneamento Ambiental da Bacia Hidrográfica do Rio Ipojuca (PSA/ Ipojuca), que busca aumentar a cobertura de esgotamento sanitário nas cidades que são banhadas pelo manancial no estado.

As obras da primeira etapa preveem a implantação de 80.000 metros de rede coletora e de redes condominiais, além da conclusão da estação elevatória (unidade de bombeamento) e da construção da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE). Com essa etapa implantada, 30% da área urbana de Gravatá terá coleta e tratamento de esgotos e vai beneficiar 35 mil pessoas. A previsão é finalizar a obra até fevereiro de 2018.

Assessoria de Imprensa da Compesa

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1 Comentário

  1. Carlos Bley
    junho 26, 2017

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    A necessidade de um melhor saneamento no mundo em desenvolvimento é clara. Quarenta por cento da população mundial – 2,5 bilhões de pessoas – pratica a defecação aberta ou falta instalações sanitárias adequadas, e as conseqüências podem ser devastadoras para a saúde humana e para o meio ambiente. Mesmo em áreas urbanas, onde os banheiros domésticos e comunitários são mais prevalentes, mais de 2 bilhões de pessoas usam banheiros conectados a fossas sépticas que não são esvaziados com segurança ou usam outros sistemas que descarregam esgoto bruto em drenos abertos ou águas superficiais.
    O mau saneamento contribui para cerca de 700.000 mortes de crianças por diarreia a cada ano. A diarreia crônica pode dificultar o desenvolvimento infantil impedindo a absorção de nutrientes essenciais e reduzindo a eficácia das vacinas que salvam vidas.
    A criação de infra-estrutura de saneamento e serviços públicos que funcionam para todos e que mantêm os resíduos fora do meio ambiente é um grande desafio. Os sanitários, esgotos e sistemas de tratamento de águas residuais utilizados no mundo desenvolvido exigem grandes quantidades de terra, energia e água, e são caros de construir, manter e operar. As alternativas existentes que são menos dispendiosas são muitas vezes pouco atraentes porque não matam patógenos causadores de doenças, têm desenhos impraticáveis ​​ou retém os odores e atraem insetos.

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